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◩ como podes cuidar melhor de ti.

12 de Fevereiro, 2020
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Cada vez mais é necessário começar a cuidar de nós mesmos mais cedo e melhor porque faz com que te sentas bem e realizado(a). Com o ritmo acelerado da vida, não há muita preocupação para cuidarmos de nós próprios porque julgamos que não temos tempo e é totalmente errado. Se não cuidarmos de nós, quem cuidará não é? Para fazer qualquer outra atividade, o nosso corpo e alma precisam de estar bem e equilibrados.

Como Podes Cuidar Melhor De Ti.

Não sou de todo uma sábia experiente no tema de cuidado pessoal e amor-próprio. Ainda assim consegui desenvolver alguns truques e dicas para me ajudar a sentir um pouco de autoestima e satisfação pessoal. Não são coisas revolucionárias, se é isso que esperas. São só alguns pormenores que decidi mudar na minha vida para me permitir sentir melhor física, mental, espiritual e psicologicamente.

Ter um dia dedicado a ti mesmo(a).

É essencialmente ter um Spa Day incorporado na tua semana, pelo menos de duas em duas semanas – se conseguires mais, ainda melhor. Por exemplo, fazer uma máscara facial, colocar óleo de coco no cabelo, hidratar bem a pele, arranjar as unhas, tratares dos teus pés; todo um ritual que te ajudará a sentires a sensação de um novo corpo todo rejuvenescido.

Movimenta-te e dá ao teu corpo o que ele precisa.

Resumidamente: faz exercício físico e come mais saudável.

É claro que às vezes não há tempo para fazer estas duas ações, mas tentar ao máximo reduzir a porcaria que entra no teu corpo, por muito bem que saiba. É algo que ainda estou a tentar implementar de forma melhor, também. Pelo menos para mim, sinto-me com mais energia quando pratico desporto e vejo o suor a sair do meu corpo porque as impurezas vão com ele. Além disso, quando como mal durante um dia, o meu corpo automaticamente castiga-me e faz-me sentir mal-disposta fisicamente, o que passa para o meu psicológico também.

Pensa em ti como se fosses um(a) amigo(a).

Este fator foi mesmo aquele click que me faltava para criar uma amizade comigo mesma. É a melhor dica que posso dizer para cuidares melhor de ti. Entendi, finalmente, que não podia continuar a tratar-me como se fosse o inimigo. Estou presa a este corpo e estou presa a esta mente, não há volta a dar. Precisei de perceber que em nenhum dia tratava os meus amigos da maneira como me tratava: a culpar constantemente quando cometia erros, a comparar-me com outras pessoas, a deitar-me abaixo só porque sim. Não havia necessidade de ser má para mim mesma, de que adiantava? Cheguei até a escrever uma carta para mim mesma e às vezes até é bom escrever uma lista de coisas que gostas sobre ti para que, quando te sentires mal, possas rever.

Cria um painel de imagens que te inspirem.

Seja com imagens sobre os objetivos que pretendes concretizar, seja só imagens bonitas que te deem motivação. É importante que cries um Mood Board para que possas olhar e que te relembre do que queres da vida. Às vezes reavivar a memória com o nosso propósito ajuda-nos a sentir melhor. Além disso, serve sempre como um pedaço de decoração no teu quarto ou no teu escritório!

Escreve o que te vai na mente.

Não consigo sublinhar o suficiente o quão importante é conseguires libertar os teus pensamentos e emoções de alguma forma. Caso te seja difícil falar com alguém, escreve. Mesmo que não seja difícil, escreve. Pega num caderno e escreve o que sentes sem filtros e sem ligares à ortografia ou se a gramática está correta. Houve imensas vezes em que estava quase a explodir e, ao escrever, consegui tirar um peso de cima de mim. É incrível o poder que journaling tem, acreditem.

Faz uma lista do que podes fazer quando estás mal.

Isto foi algo que implementei há pouco tempo. É importante saberes o que estás a sentir, identificar, para conseguires agir de acordo com o que precisas para te sentires melhor. Irritado(a), aborrecido(a), triste, desanimado(a), confuso(a), entre outros. Faz uma lista de coisas que podes fazer quando estás nestes estados.

No meu caso, fiz uma lista geral. Primeiro identifiquei os maus hábitos que tinha e como, sem querer, punia-me. Por exemplo, procrastinar, comer os meus sentimentos e ser negativa. Depois fiz a lista de coisas que podia fazer invés de seguir esses hábitos antigos. Coloquei coisas como ler, ouvir um podcast, estudar alguma coisa, dar uma caminhada, ver um filme. Qualquer coisa serve para te distrair daquela condição em que estás e de forma a motivar-te ou inspirar-te de alguma maneira.

Procura orientação, seja em que forma for.

Como falei no artigo anterior onde mencionei a importância que a espiritualidade tinha para a nossa vida, ela serve para te guiar, de certa forma. Se fores religioso(a), podes procurar orientação no teu Deus e podes confiar-lhe o teu caminho e as tuas preocupações, podes encontrar Nele as respostas que procuras. Caso não sejas religioso(a), talvez a tua fé esteja direcionada para o Universo ou algo diferente. Qualquer seja a tua conexão com algo maior a ti, penso que é uma boa maneira de cuidares de ti através dela.

Menciono isto porque procuro rumo, por vezes, nas leituras de cartas, na astrologia, na numerologia, no Universo em geral. É uma forma de sentir-me conectada com o meu futuro e comigo mesma. Ajudou-me imenso, e ainda ajuda, pelo simples facto de que serve como um instrutor no caminho que tenho a percorrer. Não determino a minha vida através desses elementos, mas ajudam-me muito a procurar o sentido da vida. Quando me sinto perdida e desanimada, sem grande motivação para fazer o que seja, procuro ajuda aí e encontro as respostas que preciso, ou que penso que preciso, pelo menos.

Estar com amigos ou familiares.

Esta é muito auto-explicativa. Já referi antes que as pessoas fazem de nós quem somos hoje. Somos criaturas sociais e é importante estar em contacto com aqueles que nos são importantes. Sentir o amor que nos dão e retribuir faz bem à alma e aquece o coraçãozinho. Mesmo para mim, que sou introvertida e preciso do meu tempo pessoal, sabe bem-estar no conforto de quem gosto e de quem gosta de mim. Partilhar memórias e sorrisos deixa-me sempre feliz.

Descobre quem és.

Um dos problemas que eu encontrava do porquê de não gostar de mim era porque eu não sabia quem era. O que quero dizer com isto é que eu comparava-me muito aos outros e, se não fosse igual a eles, julgava-me imenso. Por exemplo, o meu irmão é super sociável e brinca imenso com as pessoas mal as conhece, enquanto eu sou muito reservada e demoro a confiar nas pessoas. Eu não conseguia nem cumprimentar pessoas desconhecidas de tão tímida que era e lembro-me que era criticada por isso, então comecei a criticar-me também por não ser igual ao meu irmão.

Enquanto crescia comecei a entender o conceito de timidez, de introvertido, de empatia. Comecei a entender que todos temos personalidades diferentes e que está tudo bem nisso, é bom haver variedade entre os seres humanos. Se fossemos todos iguais não havia muito por onde explorar, não é?

Ao descobrir quem era e, porque era como era, ajudou-me aceitar-me e a ver o mundo com outros olhos. Não precisava de ter mais vergonha de mim mesma e até comecei a encontrar pequenos mecanismos de como podia melhorar certos aspetos – isto porque eu queria melhorar, não porque outra pessoa me disse que devia melhorar. E foi assim que consegui estabelecer relações mais saudáveis e seguras, porque comecei a entender o que eu precisava dos outros e o que podia oferecer.

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Este é, sem dúvida, uma das minhas publicações favoritas. Prontinha para o Dia de S. Valentim que não devia significar só amar os outros, mas amar a ti também. E, se for preciso, envia-te flores como a Alex Russo de Feiticeiros de Warvely Place fez e ficou toda contente! Aprende a amar-te, acima de tudo.

Espero que tenham gostado.

Até já,

    Diz o que pensas! ;)


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